Eu, Marcos

"Je suis une automobile"
Pergunte-me qualquer coisa

11h05:

Às vezes eu gosto de escrever em português assim mesmo, sem assunto, só por amor à nossa língua.

tradutora:


Zonas dialectais brasileiras
A fala popular brasileira apresenta uma relativa unidade, maior ainda do que a da portuguesa, o que surpreende em se tratando de um pais tão vasto. A comparação das variedades dialetais brasileiras com as portuguesas leva à conclusão de que aquelas representam em conjunto um sincretismo destas, já que quase todos os traços regionais ou do português padrão europeu que não aparecem na língua culta brasileira são encontrados em algum dialeto do Brasil.
A insuficiência de informações rigorosamente científicas e completas sobre as diferenças que separam as variedades regionais existentes no Brasil não permite classificá-las em bases semelhantes às que foram adotadas na classificacão dos dialetos do português europeu. Existe, em caráter provisório, uma proposta de classificação de conjunto que se baseia - como no caso do português europeu - em diferenças de pronúncia (basicamente no grau de abertura na pronúncia das vogais, como em pEgar, onde o “e” pode ser aberto ou fechado, e na cadência da fala). Segundo essa proposta, é possível distinguir dois grupos de dialetos brasileiros: o do Norte e o do Sul. Pode-se distinguir no Norte duas variedades: amazônica e nordestina. E, no Sul, quatro: baiana, fluminense, mineira e sulina.
Esta proposta, embora tenha o mérito de ser a primeira tentativa de classificação global dos dialetos portugueses no Brasil, é claramente simplificadora. Alguns dos casos mais evidentes de variações dialectais não representadas nessa classificação seriam:



a diferença de pronúncia entre o litoral e o interior do Nordeste; o dialeto da região de Recife, em Pernambuco (PE) é particularmente distinto;




a forma de falar da cidade do Rio de Janeiro (RJ);




o dialeto do interior do estado de São Paulo (SP); e




as características próprias aos três estados da região sul (PR, SC e RS), em particular o(s) dialeto(s) utilizado(s) no estado do Rio Grande do Sul (RS)


Fonte: Língua portuguesa

tradutora:

Zonas dialectais brasileiras

A fala popular brasileira apresenta uma relativa unidade, maior ainda do que a da portuguesa, o que surpreende em se tratando de um pais tão vasto. A comparação das variedades dialetais brasileiras com as portuguesas leva à conclusão de que aquelas representam em conjunto um sincretismo destas, já que quase todos os traços regionais ou do português padrão europeu que não aparecem na língua culta brasileira são encontrados em algum dialeto do Brasil.

A insuficiência de informações rigorosamente científicas e completas sobre as diferenças que separam as variedades regionais existentes no Brasil não permite classificá-las em bases semelhantes às que foram adotadas na classificacão dos dialetos do português europeu. Existe, em caráter provisório, uma proposta de classificação de conjunto que se baseia - como no caso do português europeu - em diferenças de pronúncia (basicamente no grau de abertura na pronúncia das vogais, como em pEgar, onde o “e” pode ser aberto ou fechado, e na cadência da fala). Segundo essa proposta, é possível distinguir dois grupos de dialetos brasileiros: o do Norte e o do Sul. Pode-se distinguir no Norte duas variedades: amazônica e nordestina. E, no Sul, quatro: baiana, fluminense, mineira e sulina.

Esta proposta, embora tenha o mérito de ser a primeira tentativa de classificação global dos dialetos portugueses no Brasil, é claramente simplificadora. Alguns dos casos mais evidentes de variações dialectais não representadas nessa classificação seriam:

  • a diferença de pronúncia entre o litoral e o interior do Nordeste; o dialeto da região de Recife, em Pernambuco (PE) é particularmente distinto;
  • a forma de falar da cidade do Rio de Janeiro (RJ);
  • o dialeto do interior do estado de São Paulo (SP); e
  • as características próprias aos três estados da região sul (PR, SC e RS), em particular o(s) dialeto(s) utilizado(s) no estado do Rio Grande do Sul (RS)

Fonte: Língua portuguesa

Portugal

nevou:

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“Os Treze Porquês” por Jay Asher – A resenha

Thirteen Reasons Why Jay Asher Penguin 289 páginas O livro Clay Jensen é um garoto com poucas preocupações além das que todo garoto no colegial deveria ter.

Organize suas leituras, filmes e séries com Evernote

Organize suas leituras, filmes e séries com Evernote

Meu irmão e eu somos grandes fãs de filmes de suspense e terror. Nessas últimas férias, nós decidimos fazer uma maratona de filmes de terror com os filmes recentes que fizeram sucesso e claramente os filmes clássicos que inspiraram as novas produções. Na mesma época eu estava apresentando para o meu irmão o maravilhoso mundo das notas, e claro que estou falando do Evernote. Eu sou um grande…

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"Fim" por Fernanda Torres - A resenha

“Fim” por Fernanda Torres – A resenha

fimFim

Fernanda Torres

208 páginas

Companhia das Letras

O livro

Não é necessariamente sobre o fim, mas sobre vários começos e meios de cinco amigos, Álvaro, Ciro, Sílvio e Ribeiro e Neto, homens já na bela idade que rememoram suas grandes aventuras e intrigas, um grande balanço de suas vidas e suas reflexões sobre o fim do outro. Um livro carioca. Bem carioca. Tão carioca que só “a” Fernanda Torres…

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omardanada:

Manifestación contra o decretazo. Queremos Galego.

27/01/2013 @ Praza da Quintana, Santiago de Compostela.

drunk0ftea:

25 de Xullo, Día da patria galega, e día de unión máis ca nunca. Hoxe a terra chora 

Ánimo Santiago de Compostela, Galicia - x x x

Galego, a nosa lingua?

Galego, a nosa lingua?

Se você está aqui, creio que seja um leitor do Gonca, um brasileiro ou um português que, assim como eu, tenha alguma curiosidade neste idioma que nem todos nós damos a devida importância. Falo do galego. Não, não falo do lourinho (como se diz comumente no Nordeste e no Sul), mas sim de uma língua falada na Galiza situada na Espanha, ao norte de Portugal.

Bandeira de Galicia

No Ensino Médio nós…

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"Quando Tudo Volta" por John Corey Whaley - A resenha

“Quando Tudo Volta” por John Corey Whaley – A resenha

quanto tudo voltaQuanto Tudo Volta:

“Porque eu estou acordado em um mundo”

John  Corey Whaley

224 páginas

Editora Novo Conceito

Por muito tempo eu simplesmente dividi minhas resenhas em Sinopse e Resenha, hoje eu irei começar a esmiuçá-las para até para ver se me entretenho um pouco mais. Resenharei o livro, o autor e os personagens concluindo sobre o enredo.

O livro

Uma morte por overdose, um fanático religioso…

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Livros bons para quem tem pouco tempo

Livros bons para quem tem pouco tempo

Olá, queridos leitores. Desculpe a falta de resenha, mas dessa vez eu decidi que não iria resenhar tão imediatamente assim as coisas. Não trabalho para um grande editorial e o Gonca é o meu hobby apenas.

Sou aluno de Direito, e para quem também é, deve saber o quanto de texto temos que ler, quanta pesquisa tem que ser feita e o tempo se esvai fácil. Eu gosto muito de ler “grossos” (se você é fã…

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jordandene:

david tennant kindle cover!

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